O que é Presbiacusia?

A OMS define idoso como o indivíduo acima de 60 anos em países em desenvolvimento e acima de 65 anos em países desenvolvidos. Entre os anos 1980 e 2000 o Brasil ganhou 7,3 milhões de idosos. Estima-se que em 2025 o Brasil será o 6º país com maior número de idosos.

Com o envelhecimento,  várias funções naturalmente sofrem degradação , como diminuição da força muscular, alterações neurológicas ( reflexos mais lentos, neuropatias periféricas…) , diminuição da acuidade visual  e auditiva.  O idoso sente-se  cada vez mais incapacitado e dependente, podendo culminar com quadros depressivos.

Presbiacusia é a perda auditiva no idoso

Presbiacusia é a  perda auditiva no idoso, caracterizada pela diminuição da acuidade e da capacidade auditiva  decorrente de envelhecimento.

Geralmente a perda auditiva é progressiva, insidiosa, bilateral, iniciando nas frequências altas a partir dos 40 anos

A presbiacusia é  desvalorizada e negada pelo próprio idoso. Tem grande impacto na qualidade de vida.  Afeta a independência, a segurança ( pela privação dos sinais de alerta), a comunicação, contribuindo para o isolamento, depressão, transtorno cognitivo leve e possivelmente demência.

Como tratar a Presbiacusia, perda auditiva no idoso?

Primeiramente consiste em aceitação da surdez e depois, adaptação do aparelho de amplificação sonora individual ( AASI). Os  Idosos apresentam enorme  resistência e preconceito em relação ao uso de prótese auditiva.

O uso da prótese auditiva, pode também melhorar o zumbido e com isso pode ajudar os idosos a ter uma melhor qualidade de vida.

O programa de reabilitação não se resume a adaptação da prótese, envolve toda uma abordagem multiprofissional, que inclui o esclarecimento e aconselhamento do paciente e do familiar.

Algumas situações podem influenciar no uso dos aparelhos auditivos: necessidades de comunicação de acordo com as necessidades profissionais , sociais, estilo de vida, motivação e condições de manuseio do aparelho, destreza para colocar e tirar os aparelhos, troca de pilhas, limpeza do molde, conservação, manutenção dos aparelhos.  Sabemos que certas inabilidades motoras e deficiência visual são fatores que dificultam a manipulação dos aparelhos auditivos ( colocar, tirar, limpar, trocar pilhas, controlar volume).

É fundamental que a indicação do aparelho seja baseada na avaliação audiológica completa e avaliação otorrinolaringológica. Ou seja, muito diferente de simplesmente encaminhar-se a uma loja, escolher e comprar um aparelho !!!!!!

Outros impactos da perda auditiva

Vários estudos têm demonstrado  que existe uma forte associação entre deficiência auditiva não tratada e risco de desenvolver demência.

Quando alguém perde a audição, deixa de receber os estímulos auditivos, a voz das pessoas, sons do ambiente e todos os outros…E isso acontece com qualquer pessoa, em qualquer idade que venha a perder a audição. O  seu cérebro funciona com essa privação, o que pode desenvolver ou agravar algum tipo de demência. Os estudos comprovam que a perda auditiva acelera esse processo. Portanto ela deve ser diagnosticada e tratada o quanto antes, evitando assim, a aceleração do surgimento de um transtorno cognitivo.

Com o aumento da expectativa de vida há um número crescente de pessoas com idade acima de 65 anos que apresentam perda auditiva significativa, portanto,  há  necessidade de programas de triagem auditiva para todos os adultos mais velhos da mesma forma que existe em relação aos bebês.

Se você tem mais de 50 anos, procure o seu Otorrino, faça uma avaliação auditiva. Esta intervenção deve ocorrer o mais precoce possível!!!!

Outros impactos da perda auditiva

O que é Presbiacusia?

A OMS define idoso como o indivíduo acima de 60 anos em países em desenvolvimento e acima de 65 anos em países desenvolvidos. Entre os anos 1980 e 2000 o Brasil ganhou 7,3 milhões de idosos. Estima-se que em 2025 o Brasil será o 6º país com maior número de idosos.

Com o envelhecimento,  várias funções naturalmente sofrem degradação , como diminuição da força muscular, alterações neurológicas ( reflexos mais lentos, neuropatias periféricas…) , diminuição da acuidade visual  e auditiva.  O idoso sente-se  cada vez mais incapacitado e dependente, podendo culminar com quadros depressivos.

Presbiacusia é a  perda auditiva no idoso, caracterizada pela diminuição da acuidade e da capacidade auditiva  decorrente de envelhecimento.

Geralmente a perda auditiva é progressiva, insidiosa, bilateral, iniciando nas frequências altas a partir dos 40 anos

A presbiacusia é  desvalorizada e negada pelo próprio idoso. Tem grande impacto na qualidade de vida.  Afeta a independência, a segurança ( pela privação dos sinais de alerta), a comunicação, contribuindo para o isolamento, depressão, transtorno cognitivo leve e possivelmente demência.

Como tratar a Presbiacusia, perda auditiva no idoso?

Primeiramente consiste em aceitação da surdez e depois, adaptação do aparelho de amplificação sonora individual ( AASI). Os  Idosos apresentam enorme  resistência e preconceito em relação ao uso de prótese auditiva.

O uso da prótese auditiva, pode também melhorar o zumbido e com isso pode ajudar os idosos a ter uma melhor qualidade de vida.

O programa de reabilitação não se resume a adaptação da prótese, envolve toda uma abordagem multiprofissional, que inclui o esclarecimento e aconselhamento do paciente e do familiar.

Algumas situações podem influenciar no uso dos aparelhos auditivos: necessidades de comunicação de acordo com as necessidades profissionais , sociais, estilo de vida, motivação e condições de manuseio do aparelho, destreza para colocar e tirar os aparelhos, troca de pilhas, limpeza do molde, conservação, manutenção dos aparelhos.  Sabemos que certas inabilidades motoras e deficiência visual são fatores que dificultam a manipulação dos aparelhos auditivos ( colocar, tirar, limpar, trocar pilhas, controlar volume).

É fundamental que a indicação do aparelho seja baseada na avaliação audiológica completa e avaliação otorrinolaringológica. Ou seja, muito diferente de simplesmente encaminhar-se a uma loja, escolher e comprar um aparelho !!!!!!

Outros impactos da perda auditiva

Vários estudos têm demonstrado  que existe uma forte associação entre deficiência auditiva não tratada e risco de desenvolver demência.

Quando alguém perde a audição, deixa de receber os estímulos auditivos, a voz das pessoas, sons do ambiente e todos os outros…E isso acontece com qualquer pessoa, em qualquer idade que venha a perder a audição. O  seu cérebro funciona com essa privação, o que pode desenvolver ou agravar algum tipo de demência. Os estudos comprovam que a perda auditiva acelera esse processo. Portanto ela deve ser diagnosticada e tratada o quanto antes, evitando assim, a aceleração do surgimento de um transtorno cognitivo.

Com o aumento da expectativa de vida há um número crescente de pessoas com idade acima de 65 anos que apresentam perda auditiva significativa, portanto,  há  necessidade de programas de triagem auditiva para todos os adultos mais velhos da mesma forma que existe em relação aos bebês.

Se você tem mais de 50 anos, procure o seu Otorrino, faça uma avaliação auditiva. Esta intervenção deve ocorrer o mais precoce possível!!!!

Portanto, qual seria a melhor forma de falar com o idoso que apresenta perda auditiva ?

Observamos que com os idosos com perda auditiva as pessoas ficam irritadas, completamente sem paciência. Diferentemente do que é observado com os idosos com deficiência visual. Nestes casos  observamos empatia, e até pena.

O idoso além da perda auditiva ele também  apresenta diminuição na capacidade de compreender as coisas.

A melhor forma de falar com o idoso é olhando de frente, devagar e sem gritar, com paciência! Neste período da Pandemia tenho utilizado no consultório uma máscara vazada na frente com um plástico transparente, o que facilita a leitura labial. Tem sido muito útil.

E por favor, mais carinho !!!